Thairo Arruda não mais é o responsável pela gestão da Sociedade Anônima do Botafogo (SAF). O anúncio da saída, feito nesta sexta-feira (6/2), marca o fim de um ciclo de quatro anos intensos, permeados por desafios e conquistas. Em um comunicado, Arruda exaltou a trajetória do clube, desde um cenário de precariedade estrutural até o ápice alcançado em 2024, e a superação do recente desafio societário.
"Os jogadores vão e vêm… Hoje chegou a minha vez de me despedir da estrela mais brilhante do céu, o clube que marcou a minha vida para sempre", iniciou o texto de despedida. Arruda destacou a resiliência do Botafogo, comparando-o à Fênix, que se levanta após as quedas. Ele enfatizou o orgulho de ter dedicado seu melhor ao clube e a importância das pessoas que se tornaram família durante sua gestão.
A saída de Arruda ocorre em meio a rumores de desentendimento com o acionista majoritário, John Textor, devido a divergências sobre o aporte financeiro prometido. A imprensa tem relatado um clima tenso entre os dois, com o dirigente valorizando a evolução do clube e evitando entrar em polêmicas no comunicado.
Arruda expressou gratidão a Textor pelo convite a fazer parte do projeto e reforçou a importância da torcida alvinegra como a força motriz do Botafogo. Ele encerrou o texto com um apelo à torcida para que continue apoiando e acreditando no time, que, segundo ele, é maior do que qualquer pessoa.
Com a saída de Arruda, especula-se que Danilo Caixeiro, diretor de negociação da Eagle, poderá ter um papel mais próximo de John Textor na gestão da SAF. A notícia da saída de Arruda se soma a outros movimentos recentes na SAF do Botafogo, como a saída de Eduardo Iglesias, diretor de negociação de jogadores.
