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Eagle contra-ataca na Justiça, tenta recuperar SAF do Botafogo, critica venda de Barboza e recuperação judicial: 'Golpe travestido de salvação'

Eagle contra-ataca na Justiça, tenta recuperar SAF do Botafogo, critica venda de Barboza e recuperação judicial: 'Golpe travestido de salvação'

A Eagle Football Holdings Bidco não aceitou passivamente a perda do direito a voto na SAF do Botafogo e decidiu partir para o contra-ataque judicial. Segundo informações da ESPN, a empresa busca recuperar o controle da gestão, visando afastar John Textor e Durcesio Mello.

Em um pedido protocolado na 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, a holding solicita a anulação das decisões tomadas contra ela, classificando o processo como "ilegal, ilegítimo e abusivo". A recuperação judicial, por sua vez, foi duramente criticada, sendo definida como um "golpe travestido de salvação". A Eagle também expressou descontentamento com a provável venda do jogador Alexander Barboza, alegando que tal negociação estaria ocorrendo "à revelia" de seus interesses.

Os advogados da Eagle argumentam que John Textor continua influente nas decisões da SAF, chegando a viajar com a diretoria e o elenco para jogos do Campeonato Brasileiro. Há também alegações de que Durcesio Mello estaria realizando compras e vendas de jogadores planejadas por Textor, sem o conhecimento ou aprovação da Eagle Bidco.

O pedido de saída de Durcesio Mello é um dos focos da ação, com a Eagle o considerando alinhado a John Textor. Os advogados afirmam que Textor, após seu afastamento, indicou Durcesio de forma desconhecida e à revelia dos acionistas, aproveitando-se do fato de que os demais conselheiros foram indicados por ele. A Eagle questiona a forma como Durcesio teria sido indicado às pressas ao cargo de diretor, ressaltando que ele era membro do Conselho de Administração indicado pelo clube associativo e teria se tornado "amigo íntimo" de Textor, mudando seu posicionamento para defender os interesses do empresário americano. A renúncia de Durcesio ao Conselho para assumir a diretoria, supostamente por instruções de Textor, é vista como uma manobra para que Textor continue a "manipular a companhia a perseguir seus interesses pessoais".

Ler na fonte original (FogãoNET)