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PC Oliveira destaca posicionamento errado do árbitro para não expulsar Saldivia em Vasco x Botafogo e critica: ‘VAR tinha que chamar’

PC Oliveira destaca posicionamento errado do árbitro para não expulsar Saldivia em Vasco x Botafogo e critica: ‘VAR tinha que chamar’

O comentarista de arbitragem Paulo Cesar Oliveira, conhecido como PC Oliveira, teceu duras críticas à atuação do árbitro Wagner do Nascimento Magalhães e do VAR Rodrigo D’Alonso Ferreira no clássico entre Vasco e Botafogo, realizado em 05/04/26. Segundo PC, o posicionamento inadequado do árbitro em campo foi o principal fator que o levou a não expulsar o zagueiro Saldivia por uma falta clara em Matheus Martins, no final do primeiro tempo da partida. O lance, que deixou o atacante botafoguense como último homem, resultou apenas em cartão amarelo, uma decisão que gerou forte contestação.

PC Oliveira explicou que a postura do árbitro de "esperar a jogada fluir" o deixou distante da ação, impedindo uma avaliação precisa do momento da infração. "Com a rapidez do jogador, com a rapidez da jogada, os times contra-atacando muito rapidamente, o árbitro precisa fazer a leitura e a antecipação. Nesse tipo de jogada não pode ficar parado no meio do campo para esperar a jogada fluir, porque depois você ficou longe", detalhou o comentarista no programa "Troca de Passes", do SporTV. Ele ressaltou que a falta deveria ter sido avaliada no exato momento em que ocorreu, pois a demora na marcação alterou a configuração do jogo, com o goleiro e a defesa já em movimento.

Ainda mais grave, na visão de PC Oliveira, foi a atuação do VAR. De acordo com o comentarista, Rodrigo D’Alonso Ferreira falhou ao não chamar o árbitro para revisão, mesmo tendo acesso a todas as câmeras e ângulos disponíveis. "O VAR tem essa imagem aberta, com a câmera de impedimento para poder avaliar o posicionamento do jogador", argumentou PC, comparando o lance com outras expulsões recentes em partidas de alto nível. Ele enfatizou que a falta sobre Matheus Martins configurava uma "situação clara e manifesta de gol", que, por regra, deveria ser revisada pelo árbitro de vídeo, independentemente de haver ou não o toque na bola. A decisão do VAR, que provavelmente interpretou o lance como "ataque promissor" e não como "situação clara de gol", foi considerada um erro grave que deixou de cumprir a regra do jogo.

Ler na fonte original (FogãoNET)