O Botafogo está traçando um planejamento financeiro e de elenco para o próximo ano, com o objetivo de otimizar seus gastos e focar em jogadores que realmente façam a diferença em campo. Segundo informações divulgadas pelo jornalista Thiago Franklin no "Canal do TF", o clube alvinegro pretende manter a folha salarial em torno de R$ 17 a R$ 19 milhões, um valor considerado mais sustentável após uma redução significativa.
Desde a gestão de GDA Luma, o Botafogo tem trabalhado para sanar pendências financeiras. Conforme relatado, o clube conseguiu quitar sete folhas salariais, incluindo atrasados e os pagamentos correntes. A folha, que chegou a beirar os R$ 22 milhões, uma das mais altas do futebol brasileiro, foi reduzida para a faixa de R$ 16 a R$ 17 milhões com as recentes saídas de atletas.
A principal mudança de estratégia reside na reformulação do perfil dos contratados. O clube identificou que possuía muitos jogadores com salários acima de R$ 1 milhão que não entregavam o desempenho esperado, citando exemplos como Neto, Santi e Tucu Correa. A nova diretriz é clara: atletas que ultrapassem a marca de R$ 1 milhão em seus vencimentos deverão ser peças fundamentais, com alta minutagem e impacto técnico decisivo.
"Se você pensa em um jogador acima de R$ 1 milhão, ele tem que vir para decidir", explicou Franklin. A ideia é que, para contratações de composição de elenco, o clube priorize a base ou atletas com custos menores, garantindo que o investimento em salários mais altos seja direcionado unicamente para jogadores que possam elevar o nível técnico e competitivo da equipe.




