O Botafogo entra em campo neste domingo (6) contra o Palmeiras no Nilton Santos com uma pressão dupla: a necessidade de pontuar no Campeonato Brasileiro e, principalmente, a urgência de evitar uma marca negativa que assombra a era SAF. Uma derrota para o alviverde paulista fará o Glorioso igualar sua pior sequência de reveses consecutivos na competição, um cenário já vivenciado em 2022 e 2023.
A equipe alvinegra acumula três derrotas seguidas no Brasileirão, sofrendo reveses para Vitória, Athletico-PR e Flamengo. Caso o Botafogo não consiga um resultado positivo, chegará a quatro derrotas consecutivas, repetindo as séries negativas que ocorreram em 2022, quando perdeu para Coritiba, Goiás, Palmeiras e Avaí, e em 2023, durante a queda de rendimento que culminou na perda do título, com derrotas para Cuiabá, Palmeiras, Vasco e Grêmio. Curiosamente, o Palmeiras esteve presente nas sequências negativas anteriores e pode novamente ser o adversário que selará essa marca indesejada.
Em 2026, o clube já registrou outro número preocupante: seis derrotas consecutivas no início da temporada, considerando todas as competições, a pior sequência geral desde o início da era SAF, sob o comando de Martín Anselmi. Agora, com Rodrigo Bellão interinamente à frente da equipe, há uma aposta na semana cheia de preparação para buscar a reação. “Agora, tendo, enfim, uma semana cheia, a gente tende, assim, a conseguir uma melhora”, afirmou o treinador.
O confronto contra o Palmeiras ganha, portanto, um peso ainda maior. Além de buscar a reação na tabela e interromper a sequência de resultados negativos, o Botafogo tenta evitar igualar uma das piores marcas de sua trajetória no Brasileirão durante a era SAF, um desafio que exige foco e superação.




