O Botafogo se aproxima de uma definição no imbróglio societário, com a diretoria alvinegra demonstrando pouca apreensão em relação à venda de 90% das ações da SAF para a GDA Luma. A informação, divulgada pelo Canal do Medeiros, indica que o clube não vislumbra insegurança jurídica no processo, apesar das alegações de John Textor sobre ser o proprietário da maioria das ações e de ameaças de ação judicial.
Em contato com uma fonte importante do associativo, o jornalista Matheus Medeiros questionou sobre possíveis litígios por parte de Textor e a segurança jurídica da negociação com a GDA Luma. A resposta recebida foi clara: "o clube não vê insegurança jurídica na venda". A Eagle Bidco, detentora das ações, teria decidido pela venda aos novos investidores, com o aval dos sócios que possuem poderes políticos determinados pela justiça brasileira e internacional. O associativo, que detinha o poder de veto, optou por não utilizá-lo, entendendo que "tudo está dentro do rigor da lei".
A GDA Luma não é a única interessada na aquisição. Propostas da MasterCom Capital e do próprio John Textor também estão em pauta, assim como o interesse dos empresários Evangelos Marinakis e Kia Joorabchian. A expectativa agora é pelos próximos desdobramentos dessa negociação que pode definir o futuro do Glorioso.
