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Comentarista revela salário da comissão de Davide Ancelotti no Botafogo e crê em troca para 2026: ‘Pouco provável que ele continue’

Comentarista revela salário da comissão de Davide Ancelotti no Botafogo e crê em troca para 2026: ‘Pouco provável que ele continue’

Em um desabafo durante a transmissão do jogo contra o Mirassol, o comentarista Waldir Luiz, vice-presidente de comunicação do Botafogo associativo, revelou detalhes polêmicos sobre a gestão do clube. Durante a partida deste sábado (1/11), ele afirmou que a comissão técnica de Davide Ancelotti custa R$ 2,5 milhões por mês ao clube, um valor considerado exorbitante diante do cenário financeiro atual.

Waldir Luiz não poupou críticas ao trabalho do técnico italiano, afirmando que sua permanência em 2026 é pouco provável. "Algumas coisas precisam ser revistas. Primeiro, você tem que definir a comissão técnica para o ano que vem. Se você quer reduzir a folha salarial, você não pode ter uma comissão técnica que sai a R$ 2,5 milhões por mês", declarou. Ele ainda responsabilizou John Textor pela contratação, argumentando que o Botafogo precisava de um treinador com mais experiência. "Foi uma aposta errada, ele não pediu para vir, a culpa foi maior do John Textor, que foi buscar um treinador que não tinha expressão. O Botafogo precisava de um treinador que tivesse uma rodagem."

Além das críticas ao comando técnico, Waldir Luiz cobrou transparência do departamento médico e da preparação física do clube. "O departamento médico tem que vir a público explicar, o torcedor quer saber o que está acontecendo. Essa omissão do Botafogo, do departamento de futebol, da comunicação, do departamento médico, não pode", afirmou. Ele destacou a instabilidade na área, citando a troca frequente de preparadores físicos e o alto número de lesões. "Quatro preparadores físicos num ano… Não estou dizendo que um é melhor do que o outro, estou falando de metodologia. O Botafogo é um time que morre no segundo tempo e tem sérias contusões."

A declaração de Waldir Luiz acontece em um momento delicado para o clube, que enfrenta uma disputa societária entre a Eagle Football e John Textor, além de resultados abaixo do esperado no campo. A pressão por mudanças parece ser inevitável, e o comentarista deixou claro que o Botafogo precisa rever suas prioridades para garantir um futuro mais sustentável.

Ler na fonte original (FogãoNET)