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Franclim lamenta falta de finalizações e justifica mexida no intervalo contra o Remo

Franclim lamenta falta de finalizações e justifica mexida no intervalo contra o Remo

O técnico Franclim Carvalho expressou profunda insatisfação com o desempenho do Botafogo na segunda etapa da partida contra o Clube do Remo, que culminou na derrota por 2 a 1 em casa. O treinador, alvo de críticas pelas substituições realizadas, como a saída de Kadir no intervalo, defendeu suas decisões em coletiva de imprensa.

"No segundo tempo fizemos zero remate no gol. E uma equipe como o Botafogo, como o meu Botafogo, não pode fazer isso, os jogadores sabem disso", declarou Franclim, ressaltando a discrepância entre a posse de bola e a falta de perigo criado. "No segundo tempo tivemos 60 e pouco por cento de posse de bola, o adversário no segundo tempo fez dez remates, acho eu, em transição. Não podemos querer controlar o jogo com a bola e sempre levar transições. Não podemos. Isso é que nós temos que mudar. Não é o jogador A, B ou C", enfatizou.

O comandante explicou que a alteração no intervalo visava aumentar a presença de jogadores no setor central para melhorar a ligação entre as linhas. "Com a alteração no intervalo, procuramos ter mais gente por dentro para ligar. Pelos números, eu diria que conseguimos, porque tivemos mais bola, em relação ao primeiro tempo. Mas os números dizem: tiramos a tal agressividade ofensiva porque fizemos menos remates. Portanto, temos que encontrar o equilíbrio. Mesmo tendo o Matheus, o Montoro e o Edenílson, tenho que ser agressivo na frente. E os jogadores têm agressividade na frente", ponderou.

Franclim reiterou a busca por um ponto de equilíbrio entre a agressividade demonstrada no primeiro tempo e o controle da posse de bola. "Não se trata de opção A, B ou C, mas sim de encontrar este equilíbrio entre a tal agressividade que tivemos no primeiro tempo, com controle do jogo, ou falso, com a bola, porque tivemos 60% de posse de bola, mas não conseguimos agredir o adversário. Eu não quero ter 60% de posse de bola e estar controlando o jogo no meu meio-campo. Isso a mim não me diz nada. Zero. Tenho que controlar o jogo com a bola no meio-campo do adversário, mais perto da baliza do adversário do que da minha. Nós vamos ver estas transições que vocês estão fartos de citar, mas é um fato, não me vou esconder disso, sabemos disso e temos de trabalhar sobre isso", concluiu o treinador.

Ler na fonte original (FogãoNET)