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Jornalista explica silêncio do Botafogo social na briga com John Textor e revela que clube tem seis interessados na SAF

Jornalista explica silêncio do Botafogo social na briga com John Textor e revela que clube tem seis interessados na SAF

O Botafogo Associativo tem mantido um silêncio estratégico em relação às recentes controvérsias envolvendo a SAF e John Textor. Segundo o repórter Thiago Veras, da Rádio Tupi, essa postura se deve à falta de interesse do clube em retomar a gestão direta do futebol e à ausência de recursos financeiros para tal empreitada. Em uma live no canal “Arena Alvinegra”, Veras explicou que o foco do associativo não é reverter a venda da SAF, diferentemente de situações anteriores como a do Vasco, e que a prioridade é a fiscalização, já que o clube social detém 10% da empresa.

Veras destacou que, apesar de não buscar a gestão, o Botafogo Associativo tem a obrigação de acompanhar de perto as operações da SAF, atuando como fiscalizador. O presidente João Paulo Magalhães Lins estaria bem amparado por uma equipe jurídica e opta pela discrição enquanto não houver fatos concretos para serem expostos publicamente. A estratégia é evitar confrontos desnecessários e aguardar o desenrolar dos acontecimentos com base em informações sólidas.

Em um desenvolvimento significativo, o jornalista revelou que o clube social já identificou pelo menos seis potenciais interessados na SAF do Botafogo. Desses, quatro são grupos estrangeiros e dois brasileiros. A dinâmica de interesse varia: quatro dos grupos visam reestruturar a SAF para posterior revenda, enquanto os outros dois demonstram intenção de assumir a gestão do futebol alvinegro de forma contínua, replicando o modelo atual de John Textor.

Paralelamente, o Botafogo Associativo mantém conversas com a Eagle/Ares, entidades que disputam o controle da holding com John Textor na Europa. A situação é complexa, pois a Ares é credora de Textor e busca executar o comando de suas ações. Veras aponta que a Ares e a Eagle não desejam a gestão direta, mas sim um acordo financeiro. Um acerto com essas empresas poderia abrir caminho para a chegada de novos investidores e a reconfiguração da SAF, transformando-a em um novo modelo de gestão.

Ler na fonte original (FogãoNET)