O Botafogo associativo está em um momento de tensão e expectativa. A diretoria do clube considera que John Textor pode ter blefado ao afirmar que bancaria pessoalmente o pagamento da dívida com o Atlanta United, medida necessária para encerrar o transfer ban. A situação se agrava enquanto o clube aguarda o resultado da auditoria externa realizada pelo banco BTG Pactual. De acordo com a reportagem do jornal 'O Globo', os valores estudados pelo BTG indicam um aporte de US$ 25 milhões, diferente dos US$ 50 milhões inicialmente prometidos por Textor. O empresário, por sua vez, defende que o dinheiro do aporte-empréstimo ajudaria o clube a manter os principais jogadores e aumentar o valor de mercado dos atletas. Apesar das divergências, o clima entre Textor e a diretoria do clube associativo, presidida por João Paulo Magalhães Lins, permanece pacífico. Ambos viajaram para São Paulo na última sexta-feira para uma reunião com o BTG. A situação pode se complicar se não houver um retorno positivo sobre as condições do aporte, pois o clube social pode pedir a queda da liminar na Justiça do Rio que mantém Textor no controle do Botafogo, optando por um movimento de rompimento.
Botafogo social vê ‘blefe’ de Textor sobre aporte e aguarda BTG
