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Jornalista lista três cenários para parceria entre Botafogo e GDA e não tira Textor do jogo; social vê US$ 50 milhões suficientes para fechar 2026

Jornalista lista três cenários para parceria entre Botafogo e GDA e não tira Textor do jogo; social vê US$ 50 milhões suficientes para fechar 2026

O futuro do Botafogo está em definição, com o associativo buscando caminhos para a continuidade do clube, especialmente diante do afastamento de John Textor pela Arbitragem da FGV e da impossibilidade de a Eagle/Ares exercerem direitos políticos na SAF. Nesse cenário, o fundo norte-americano GDA Luma, que já aportou US$ 25 milhões, surge como um provável novo parceiro. O jornalista Bernardo Gentile, em entrevista ao canal “Arena Alvinegra”, detalhou três cenários possíveis para a parceria.

Gentile ressalta que não se deve descartar John Textor completamente, pois seu capital pode ser crucial. O associativo acredita que um aporte adicional de US$ 50 milhões seria suficiente para manter o futebol do Botafogo operando até o fim de 2026, em meio ao processo de recuperação judicial em andamento. "Acho que está próximo de um desfecho, mas ainda não consigo cravar qual. E isso passa muito também por saber o que o social tem nas mãos", afirmou o jornalista, citando que o próprio associativo indicou não precisar de mais ninguém além da GDA, mas que os US$ 25 milhões iniciais não são suficientes.

Um dos cenários apresentados por Gentile é o fechamento com a GDA sem Textor, onde o fundo assumiria a dívida e a recuperação judicial, estando disposto a gastar até US$ 75 milhões se necessário. Outra possibilidade é a entrada da GDA com mais US$ 25 milhões, totalizando US$ 50 milhões, mas a necessidade de um segundo investidor para suprir a diferença caso a GDA não ultrapasse esse valor. "Já escutei também que, além da GDA, outro investidor vai entrar. Porque a GDA fala: ‘Não, só vou botar US$ 25 milhões. Já botei 25, vou botar mais 25. Eu não passo de US$ 50 milhões’", explicou Gentile.

O terceiro cenário envolve a GDA aportando mais US$ 25 milhões, mas sem um novo investidor, a necessidade do capital de Textor se torna iminente para atingir os US$ 50 milhões necessários para fechar o ano e iniciar as operações. Esse montante, segundo informações, seria suficiente para garantir a sobrevivência do projeto, permitindo a manutenção da folha salarial atual e abrindo tempo para buscar novos investidores futuramente. A possibilidade de Juca Abdalla também aportar recursos, possivelmente através de um empréstimo para o associativo, foi levantada como uma alternativa para viabilizar a operação sem Textor.

Ler na fonte original (FogãoNET)